O perigo das Redes Sociais
Por Altieres Rohr
A web é social. Chegou-se nessa conclusão com a explosão dos sites de redes sociais, que buscam formar comunidades virtuais e disponibilizar ao usuário um meio para se apresentar ao mundo. Se de um lado estes sites apenas exploram o lado mais social do meio de comunicação que é a Internet, do outro estão os riscos à privacidade e à segurança do internauta que fizer uso desses serviços.
No Brasil, o site mais visitado por internautas interessados em uma rede social é o Orkut, do Google. Nos Estados Unidos e em outros países de língua inglesa, o MySpace, da News Corp., é mais popular. Apesar de possuírem funcionalidades e recursos diferentes, esses dois sites (e outras dezenas que surgiram para tentar sugar um pouco dos usuários que procuram por uma rede social) possuem o mesmo objetivo.
Botnets ou "Redes Zumbi"
Por Altieres Rohr
Botnets ou redes zumbi são formadas por um conjunto de computadores infectados por um código malicioso que permite que esses computadores sejam controlados remotamente por um mesmo cracker.
Para formar uma rede zumbi, um cracker utiliza um código pré-pronto de um dos vários Bots disponíveis, como o Agobot, Rbot, RxBot, SDBot, entre outros. Depois de obter uma cópia, o cracker a altera para que somente ele possa controlar os computadores infectados com a sua versão do “Bot”.
Depois de alterá-la, o cracker infecta com seu bot diversos computadores com conexões rápidas (como os presentes em universidades) e comanda esses sistemas infectados para procurar computadores vulneráveis na Internet.
Utilizando diversas falhas no Windows, os bots se espalham para novos computadores. Dependendo da versão do bot utilizada pelo cracker, ele também poderá poluir redes de troca de arquivos (como KaZaA e eMule) com arquivos falsos que possuem uma cópia Bot para que os usuários que tentem baixar esses arquivos também sejam infectados.
Esses novos computadores infectados também estarão sob o controle do cracker que criou essa versão do bot e todos eles juntos formarão a “rede zumbi”. O número de computadores infectados presentes em uma botnet variam, mas as maiores redes são formadas por mais de 10 mil sistemas.
O objetivo de obter o controle de todos esses computadores variam. Alguns utilizam eles para instalar adware, que exibirá anúncios publicitários nas máquinas infectadas e gerará lucro para o cracker. Outros alugam ou vendem os recursos dos sistemas infectados e utilizam a conexão para enviar spam (e-mails publicitários indesejados) ou criar ataques de negação de serviço, que necessitam de um enorme número de máquinas para funcionarem.
Como os bots se espalham automaticamente pela rede, muitos computadores estão infectados com mais de um bot. A maioria dos crackers quer “exclusividade” da máquina infectada, então é comum que os bots tenham mecanismos para detectar e remover outros Bots e evitar que um mesmo sistema seja controlado por mais de um cracker.
Acessar ao Desktop do Windows via Linux
Por Milton Jr.
É possível acessar do Linux (testado com um Ubuntu) ao ambiente gráfico de uma outra máquina mesmo que essa máquina possua o Sistema Operacional Windows. A aplicação chama-se Terminal Server Client (tsclient) e por omissão já vem com o Ubuntu.
Para executar a aplicação basta, no seu Ubuntu, ir a Aplicações–> Internet -> Terminal Server Client ou através da consola usando o comando tsclient.
Depois basta inserirem qual a máquina à qual pretendem acessar e opcionalmente as credenciais necessárias de acesso.
Desta forma torna-se bastante fácil acessar de qualquer Linux a uma outra máquina que possua um outro sistema operacional. O Terminal Server Client tem suporte para o protocolo VNC, RDP, RDPv5, XDMCP e ICA. Este programa é do tipo do Windows Remote Desktop, mas versão Linux.
POWER TV…
Vêm aí as transmissões de TV pela rede eléctrica! Em breve, a TV digital vai poder ser transmitida através de tomadas eléctricas. Pelo menos, foi essa a promessa deixada pela Delovo na CeBit. A Devolo, uma empresa de tecnologias alemã, deu a conhecer um dispositivo que actua como um pequeno hub e permite descodificar o sinal de TV transmitido numa rede eléctrica.
Para funcionar, o dispositivo apenas tem de ser conectado a uma tomada. A nova solução descodifica o sinal de TV em formato digital e segue a mesma lógica da tecnologia Powerline, que permite transmitir dados em protocolo IP através da rede eléctrica.
Uma vez acoplado o hub numa tomada eléctrica, o dispositivo da Devolo pode retransmitir o sinal de TV para vários receptores que se encontrem num raio de 200 metros, informa a BBC.
Esta primeira versão apenas permite transmitir um único canal em formato digital. A Devolo, empresa alemã, prevê que durante o próximo seja lançada uma solução que permite a descodificação de vários canais transmitidos por cabo e satélite. A CeBit é a maior feira de tecnologias do mundo, que está a decorrer actualmente em Hanôver, Alemanha.

